Acho o gargalo, monto o sistema e trago as pessoas certas para destravar a receita.












Seu time trabalha muito, você investe mais e o número não muda. O problema quase nunca é esforço, é não ter um sistema que funcione e potencialize a receita.

O sistema
Um sistema de growth que o time opera sozinho, em três camadas.
Uma fonte da verdade para todos e rituais que geram decisão: planejamento, semanal de resultados e acompanhamento diário.
Papéis claros, frameworks de operação por canal e um programa de testes que gera aprendizado.
Ataque ao gargalo deste negócio, seja mídia, CRM, influência, conversão, oferta ou parcerias, com especialistas quando precisa.
O método na rotina
Toda semana o mesmo ciclo: medir, decidir, testar e registrar o que aprendeu. É o que transforma teste em receita.
Relatório gerencial e tático com os principais KPIs, atingimento de meta e variações.
Reunião para discutir os resultados e levantar os problemas.
Ideias a partir dos resultados, de benchmarking, pesquisa e brainstorming.
Framework de teste com hipótese, métrica, objetivo, resultado esperado e tarefas.
Alinhamento com as áreas envolvidas e execução do teste.
Registro do teste, dos SLAs e dos resultados para consulta depois.
A recomendação segue o gargalo, não o canal que alguém vende.
Não tenho agência, não revendo ferramenta e não ganho comissão de mídia. A neutralidade entre canais é o diferencial.

Como funciona
Cada etapa se apoia na anterior. No topo, o diagnóstico. Na base, o que fica depois que eu saio: o time operando o sistema sozinho.
Primeiro mês do projeto: entrevistas e dados para achar o gargalo e desenhar a escada até a meta.
Rituais, métricas e método de testes rodando com o time, não em um slide.
As frentes que mais movem a receita, cada uma com dono e plano, e especialistas quando precisa.
O sistema fica. O time segue sem depender de mim.

2xde LTV/CAC em healthtech de assinatura, com CAC 50% menor e receita 40% maior.
R$5biem receita na carteira digital do grupo Americanas, com mais de 30 milhões de clientes.
−30%de CAC ano contra ano no Globoplay e nos produtos digitais da Globo.
+20%de ROAS, com lances automatizados por tROAS.
+30p.p.em renovação no clube de benefícios, com a estrutura de growth montada do zero.
+90%de eficiência operacional no marketing, com menos custo de time e processos depois de organizar a área de Martech.
Palcos, podcasts e imprensa: onde compartilho o que aprendi construindo growth em grandes empresas.













Prêmio de 2025 do Insider Growth Makers Club, pela Insider One: menos hype, mais impacto real de negócio.


Marcos Caringi é executivo de growth e receita há mais de 15 anos, em fintech, saúde digital, streaming e assinatura. Foi Chief Revenue Officer do Familhão, onde montou do zero toda a organização de growth e receita, Head de Growth da Globo para todos os produtos digitais, da Globoplay ao Cartola, e Head de Growth da Ame Digital, onde entrou como o décimo profissional de marketing e desenhou a área enquanto a empresa chegava a dezenas de milhões de clientes. Como Diretor de Growth & Marketing da Manual & Voy, voltou a crescer uma operação parada e lançou uma categoria nova no Brasil ao mesmo tempo. Em cada uma, juntou marca, mídia, CRM, dados e IA num motor só. É professor do MBA de Growth & AI da ESPM, board advisor, investidor em startups e foi eleito Executivo de Growth do Ano em 2025 pela Insider One. Quer saber qual é o seu gargalo? Vamos conversar.
O que o Marcos anda escrevendo no LinkedIn sobre growth, operação e IA.
Black Friday não é sobre quinze descontos: é sobre uma oferta forte, fácil de entender e aquecida antes.
Cada troca de oferta cobra um preço no cliente, na mídia e no CRM. No Familhão, um discurso só a semana inteira bateu 250% da meta.
Ver post no LinkedIn →Por que a produtividade brasileira é pior? Não é talento nem horas: é o framework de operação.
Plano anual e trimestral, rituais a serviço do plano e diligência na execução. Improviso tem valor; o problema é quando vira o único jeito de operar.
Ver post no LinkedIn →Perguntei para a IA se eu estava sendo ousado o suficiente com ela. A resposta foi não.
Uma skill que fica em cima de todas as outras: altitude, profundidade, amplitude, duas versões e um time vermelho que tenta derrubar o documento.
Ver post no LinkedIn →